domingo, 30 de dezembro de 2018

Ubuntu não desliga o PC - Reboot: System Halted

Depois de "apanhar" um pouco para conseguir instalar o meu Xubuntu 18.4 no meu novo PC AMD, tive um outro problema para corrigir, a falha ao executar "poweroff" no PC. Pois, ao pressionar o botão "Desligar" do Xubuntu o sistema era desligado, mas o hardware não. Ficava a mensagem "reboot: system halted" exibida na tela preta, e para desligar totalmente a máquina eu tinha que pressionar o botão físico o segurando por alguns segundos.
Descobri, em novas pesquisas, que eu deveria simplesmente excluir o "acpi=off" do arquivo GRUB do sistema, atualizá-lo e reiniciar a máquina. Depois disso, tanto o comando "halt -p" quanto o "poweroff" funcionaram no Terminal. Assim como o botão de "Desligar" do XFCE.

sábado, 22 de dezembro de 2018

Dar boot usando Live-CD Linux em placa AMD

Recentemente troquei meu antigo PC Intel por um novo AMD (motherboard MSI A68HM-E33 V2), e precisei formatar meu disco. Pois o Xubuntu, que já estava instalado, não iniciou na nova placa-mãe. Fiz testes com diversas distros Linux e suas versões usando pendrives bootáveis.
Algumas distros de versões anteriores carregaram em Live-CD normalmente e reconheceram todos os drives, enquanto as versões mais atuais não, como no caso do Xubuntu 18.04. Ele abria até a tela onde podemos escolher experimentar ou instalar o Ubuntu, mas logo após selecionar a opção o PC reiniciava.
Ao pesquisar concluí que usar pendrives bootáveis não é uma boa.
Testei um DVD com Xubuntu 16.04, e o modo experimentar carregou normalmente. Mas como eu já queria instalar a versão atual, gravei o Xubuntu 18.04 em um DVD-RW e coloquei para bootar. A princípio também não funcionou. Não passava da tela onde escolhemos experimentar ou instalar.
Pesquisei novamente e descobri que para placas AMD seria necessário pressionar a tecla F6 do teclado ao selecionar experimentar/instalar e marcar os itens "acpi=off" e "nomodeset", para que assim fosse possível carregar o Live-CD e iniciar a instalação. Foi o que funcionou, e a instalação prosseguiu normalmente :)

sábado, 27 de outubro de 2018

Meu curso PHP e os Portables


Neste texto gostaria de compartilhar minha nova experiência com cursos online e o aproveitamento das lacunas de tempo e o uso de softwares portáteis.
Depois de vários meses desempregado, finalmente foi contratado por uma empresa de TI. Com essa oportunidade agora eu posso manter o curso de inglês que eu já fazia e adquirir novos cursos pagos. Antes disso eu procurava aprender as coisas por conta assistindo tutoriais no Youtube e baixando apostilas. Dá para a prender, mas para mim há um sério problema, é difícil consultar os autores do material para esclarecer dúvidas e identificar erros quando tento desenvolver algo sozinho. Esse suporte eu tenho no meu curso de Programação e Web Mobile de uma instituição federal, que felizmente consegui me matricular. Mas o que eu queria mesmo era me especializar em PHP, além de Web Designer, conteúdos que eu estava estudando por Youtube e apostilas gratuitas. Por isso aproveitei a oportunidade e me matriculei recentemente em uma plataforma de cursos online.
Por que cursos online? Bom, por causa da flexibilidade de horário e melhor aproveitamento do tempo. Não tenho que me preocupar com a distância da escola e o tempo que gastaria indo e vindo do curso. Mesmo assim, com toda essa flexibilidade, ainda me sobra pouco tempo em casa para estudar, considerando que já faço o curso de inglês e o de Ionic, saindo para trabalhar às 7h e voltando quase às 20h, além da academia três vezes por semana, entre segunda-feira e sexta-feira. O jeito é aproveitar o máximo sábados, domingos e feriados, sacrificar um poucos os entretenimentos e as confraternizações e torcer para que não ocorram imprevistos que me atrapalhem. Sabendo que isso pode acontecer, busquei saber como aproveitar as lacunas de tempo durante meu horário de trabalho, nos momentos de ociosidade entre um chamado de outro. Pois já trabalho com Informática, então nada mais natural que ampliar meus conhecimentos na área. Apesar disso, não é legal eu encher o computador do meu trabalho com os softwares necessários para os meus estudos, por exemplo o web server para rodar os arquivos de PHP e o gerenciador de banco de dados MySQL. Sem sofrimento e com uma busca relativamente rápida encontrei uma solução portátil para web server, o USBWebServer, e como eu gosto de usar o editor de texto Sublime também busquei e encontrei sua versão portátil. Apenas com isso eu já consigo editar e rodar aplicações PHP com MySQL direto do meu pendrive sem ter que instalar nada no computador do serviço.
Além dos softwares acima, encontrei o Zeal (ideal para colecionar e manter documentações offline) e o LibreOffice (uma suíte de escritório completa).

domingo, 26 de agosto de 2018

A Patologia do Antagonismo Esquerda-Direita

Tomei a liberdade de usar a palavra "patologia" como adjetivo para o antagonismo esquerda-direita, porque essa "gerra civil ideológica" é altamente prejudicial à saúde política e a democracia, tanto quanto a corrupção. Claro que tal antagonismo é histórico e necessário na dinâmica busca por uma civilização mais desenvolvida e socialmente justa. Enquanto esse antagonismo é uma luta entre classes sociais distintas (Ricos vs. Pobres) tudo é bem claro e compreensível. Tem fundamento. O problema é quando o conflito ocorre entre cidadãos da mesma classe social, ou camadas próximas.
Uma "gerra civil ideológica" onde só os pobres e a classe média perdem.
A manifestações que começaram no Brasil a partir de 2013 foram um "segredador de águas", na pior interpretação. Parece que os dicionários foram queimados ou reeditados para inverter significados de palavras como "liberalismo" e "conservadorismo". Daí surgiram movimentos claramente conservadores que se dizem liberais, ao passo que as ideias progressistas passaram a ser vistas como um mal corrosivo e destruidor devido a experiências negativas de governos de esquerda dentro e fora do país.
Certamente temos amigos pessoais e "virtuais" de esquerda e direta, que se gladiam conosco ou com outros ideologicamente. Troca de frases prontas, "papagaiagem", dos dois lados. Piadas, memes, ofensas etc. Temos também amigos que se abstém da política - o que é um problema, pois quem não se interessa pela política continua sendo governado e explorado por quem gosta. 
Esses rótulos que usamos e essas briguinhas, piores que rivalidades entre times de futebol, não são nada produtivos. Precisamos, mais do que nunca, se unir para construir novas ideias. Isso só se faz quando debatemos ideias divergentes sabendo ouvir e compreender o outro lado. O diálogo deve ser aberto. Não precisamos reinventar a roda. As ideias que não funcionam jogamos fora, e as boas práticas nós aproveitamos.
Enquanto as classes humildes se gladiam nas ruas e nas redes sociais ou ricos assistem tudo de camarote confortavelmente, torcendo para que esse conflito continuem. Pois assim é mais fácil para eles, não ter que entrar em campo. Quanto mais os pobres brigam entre si mais fácil é a manipulação. Mais fácil é o acúmulo de fortuna.

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

A culpa foi dos anos 1990

Creio que nem todos os adultos de hoje, que foram crianças na década de 1990, vivem sem sequelas de uma época de verdadeira bagunça nos meios de comunicação. Mais que sequelas, há uma negação ao amadurecimento. E não digo isso em relação à nostalgia de desenhos animados e games de sucesso. É sobre o conteúdo que passava na TV sem filtros e o apelo da indústria dos brinquedos.
Antes de continuar gostaria de advertir que apesar deste texto ser para todos, está mais para um papo de "menino" para "menino".
Seria hipocrisia minha dizer que eu não tenho saudades da programação da TV quando eu era criança. Porém, reconheço que aquilo era uma verdadeira bagunça, e uma prova de como as ditaduras fizeram mal para o Brasil, inclusive por retardar nossa democracia, nossas discussões éticas e cultura em geral.
As marcas da ditadura mais recente, que terminou na década de 1980, nos faz entender a imaturidade dos anos 1990, com pornochanchadas importadas e filmes de retorcer o estômago na TV aberta durante à tarde. A lista de absurdos é maior. Faça um esforço de memória. Lembra da "Banheira do Gugu"? Em plena tarde de domingo as celebridades usando sungas e biquínis fil dental. Aquilo era o "Xvideos" da garotada. Transmissão ao vivo. E a torcida para que os minúsculos biquínis deixassem aparecer mamilos - e outras coisas talvez - durante as lutas para pegar sabonetes. Claro que a Justiça tinha que proibir. Mas passamos anos desejando a volta da "Banheira" - confesso que tento abandonar o sonho de participar da brincadeira (risos).
Como nós, meninos, somos ridículos.
E a babaquice dos anos 1990 deixou suas marcas nas duas décadas seguintes. Muitos pensam que é caretice discutir sobre bullying, racismo, sexismo, machismo, homossexualismo etc. Que não se pode fazer mais piada. Quando na verdade pode sim, desde que isso não tenha como base o preconceito, o ódio e o pouco caso como que é diferente. Demoramos para ter democracia. Uma democracia que ainda está evoluindo. Precisamos deixar de ser babacas. Precisamos crescer. Se a gente não levar as coisas mais a sério, negar o conhecimento, negar o deixar viver, não entender o "politicamente correto" e querer resolver tudo nada bala, a ditadura vai voltar, e pior. Pode voltar como uma teocracia. Esta sim, é uma baita caretice.

domingo, 29 de julho de 2018

Ritual Satânico na Inauguração de Túnel - (minha humilde opinião)

Meu blog não é penico, mas com certeza vídeos como o "Ritual Satânico na Inauguração de Túnel" deveriam estar no esgoto. E o único motivo para que este seja comentado aqui é a importância de se derrubar essas teorias de conspiração de religiosos fanáticos ou recrutadores de dizimistas.
Com todo respeito que tenho às pessoas sinceramente religiosas, devo dizer que é um absurdo interpretar e acreditar que tal evento de inauguração de um túnel de trem na Suíça seja um ritual satânico. Poderíamos até imaginar que a performance artística teria como propósito "rir" dos crentes das teorias de conspiração. O que claramente não seria o caso devido ao tamanho da importância e seriedade do projeto realizado nessa região da Europa. Além do fato de o país ser em maioria cristão.

Entendo que tanto a ideia de conspiração (das forças do mal) e, até certo nível, brincadeira da produção do evento possam ser tentadoras, pois é muito fácil interpretar vários elementos da performance como profecias bíblicas.
Antes de tudo, sabemos que há um sincretismo de símbolos religiosos durante a manifestação artística, o que não é atoa devido à história da Suíça, sua posição geográfica e diversidade étnica. Até o próprio cristianismo é sincretista. Vários rituais, mitos e figuras pagãos foram incorporados aos cristianismo, outros foram banidos, como forma de oficializar o cristianismo e facilitar o processo de conversão em diferentes partes do planeta. Para tanto, a Bíblia cristã não foi poupada de sofrer inúmeras alterações: textos excluídos e adicionados séculos D.C. Logo os textos proféticos tratam diferentes culturas como sendo algo relacionado ao maligno e seu desejo de governar o mundo. Por isso não há coincidência, piada nem cara de pau dos supostos "conspiradores do Mal". Até mesmo na cultura judaica o sincretismo está presente. Nenhuma religião é original. Adaptando uma frase de Chacrinha, digo: "Nas crenças nada se cria, tudo se copia".
Para finalizar gostaria de falar sobre Satanás. Um dos personagens centrais, que está presente do início ao fim da apresentação, é uma figura semelhante a um bode, que no começo da narração é comparado a Baphomet, mas também é chamado de Satanás e Besta. Sim, o bode ou Baphomet já foi um deus pagão da fertilidade - associado à força criativa da reprodução. Porém, pode se tratar ainda de um animal belo muito comum nos alpes suíços, o Íbex.
Na minha humilde opinião, não há maldade nem anúncio da "Nova Ordem Mundial" nessa performance artística, que particularmente me agradou.
Nós deveríamos nos preocupar com problemas reais, tomar consciência política, social e ambiental. Seguir teorias de conspiração não nos leva a lugar algum.

sexta-feira, 20 de julho de 2018

Fiz minha primeira entrega como Bikeboy

Saudações do terráqueo que gostaria de ser alienígena!
Ontem fiz minha primeira entrega como bikeboy usando o app da Rappi. Apesar de me atrapalhar um pouco no uso do app, gostei muito do trampo e fiquei animado. Já estava disponível para trabalhar logo na segunda-feira desta semana, mas não caiu nenhum pedido enquanto meu app estava ativo. Isso só foi acontecer ontem, pouco depois das dez da manhã.
Sempre quis ter uma forma de ganhar dinheiro usando minha bike, principalmente depois que fiquei desempregado. Pois a bicicleta é ecologicamente correta, não preciso gastar com combustível e ainda faço exercício físico enquanto pedalo. E a Rappi foi a única empresa que me possibilitou usar minha bike como veículo de trabalho, além da flexibilidade de horário e ganho de 100% no valor de frete.
Antes, se eu quisesse trabalhar como bikeboy teria que desenvolver sozinho toda uma logística e ralar muito para divulgar meu tralhado, conseguir clientes e sua confiança. A Uber Eats e a iFood, que já atuavam em Campinas, só permitiam aqui o uso de motocicletas. Quando eu vi o Ad da Rappi no Facebook dizendo que eu podia usar bicicleta e quase não acreditei. Me perguntei: Será? Logo entrei na Play Store e baixei o app Rappi Entregador, e durante a configuração pude escolher a opção "Bicicleta". Meus olhos brilharam. Depois disso ainda faltava participar da palestra da empresa, onde eles explicam tudo sobre o sistema e tiram todas as dúvidas. Foi aí que achei realmente interessante e decidi de vez trabalhar com isso, pelo menos enquanto não arrumo um emprego. Na verdade, para se trabalhar como entregador de app da Rappi é necessário ter registro de MEI (CNPJ). Nada muito burocrático. A partir disso estou apto a exercer a atividade usando o app quando eu quiser, semelhante ao Uber. Quer dizer que posso trabalhar todos os dias, ou em dias de folga caso eu arrume um emprego, aí seria uma forma de ter um renda extra.
Estou animado mas ainda é cedo para concluir uma avaliação, já que a empresa está há pouco tempo em Campinas e esta ainda é minha primeira semana e uma única entrega concluída até agora. Espero que os pedidos aumentem. É mais grana no bolso.

quinta-feira, 12 de julho de 2018

A Batalha de Eus

Sabe quem é seu pior inimigo? Você mesmo!
Isso pode ser bom ou ruim. Atualmente eu travo uma batalha diária comigo mesmo para buscar motivação. Essa crise do desemprego deixa a gente muito desmotivado. A gente busca qualquer tipo de trabalho sem nem se importar com o salário, mesmo assim nada. Poucas vagas e muita concorrência. Parece que estamos dando volta em círculos. Parece que tudo o que a gente aprendeu e continua aprendendo - escola, curso técnico, faculdade, palestras, idiomas etc - não serve para nada, nos sentimos fracos e inúteis mesmo estando com ótimas condições físicas.
Eu, particularmente, já deixei de acreditar em muitas coisas e desconfio cada vez mais nas coisas que vejo. Esses anúncios de cursos que prometem ensinar a você ganhar dinheiro até enriquecer trabalhando em casa são mentirosos. Já investi nisso e quebrei a cara. Porque geralmente esses cursos são de Marketing Digital. Eles te ensinam várias técnicas de anúncio, te dão a "receita de bolo", mas no fim, para que você alcance seu público alvo e consiga "vender" é preciso pagar para anunciar. Logo, não é impossível trabalhar com isso, porém é necessário investir capital, ou ter seu próprio canal no Youtube ou ter um blog.
Bom, blog, na minha opinião é a forma mais difícil e demorada de ganhar dinheiro com anúncios. Não é necessário investir nada, mas o blog precisa ser muito atrativo e ter muitas visualizações e cliques no anúncio para dar dinheiro ao autor. Creio que este meu blog não se tornará uma fonte de fortuna. Mais uma desilusão (risos). Outra desilusão é o Youtube. Sou tímido demais para gravar vídeos. E por mais que você seja uma pessoa extrovertida ainda é necessário ter carisma e conquistar muitas visualizações, likes e inscrições para conseguir patrocinador. E demora conseguir isso.
Minha área profissional é a Informática. Já tive CNPJ e tentei trabalhar como prestador de serviço. Não tive sucesso. Até porque nunca tive capital para abrir uma loja. Isso me ajudaria muito a conseguir mais clientes. Quando dizem que consertar computador dá dinheiro (ao menos para viver), só verdade para quem já tem sua assistência técnica bem consolidada.
Agora, se eu fosse programador/desenvolvedor acredito que seria bem mais fácil, pois sempre há vagas, inclusive para freelancer. Infelizmente não consegui ainda adquirir conhecimento suficiente, e bons cursos custam caro. Eu tento aprender por conta própria buscando conteúdos gratuitos. Não é fácil. E demora. Diferente das nossas contas, que chegam todos os meses.
Felizmente, a coisa só não é pior porque enquanto eu tive meus empregos fiz investimentos. Mesmo que ainda eu não possa viver de renda :'(
Assim, a batalha se consiste em uma parte minha estar desmotivada sem acreditar no sucesso, enquanto outra parte se lembra de que eu não tentei tudo ainda, que preciso buscar outras opções, outras ideias. É isso que ainda me faz respirar. Essa dualidade é muito importante, não dá para ser totalmente positivo e acreditar em tudo, da mesma que não dá para ser totalmente desmotivado.
No campo do conhecimento essa dualidade nos ajuda a amadurecer. Perceber os próprios erros e suas repetições faz parte da evolução para uma pessoa melhor. Nos ajuda a encontrar o caminho.

terça-feira, 3 de julho de 2018

Ai, processador AMD esquenta muito. Mito ou Verdade?

É gritante a diferença de valores entre processadores Intel e AMD. Os processadores AMD são muito mais acessíveis. Já montei e usei máquinas com processadores AMD e nunca tive nada contra o equipamento. Mas sempre percebi usuários e até técnicos torcendo o nariz para estes processadores, e a resposta era: "Processador AMD esquenta muito!".
Claro que nunca engoli esse papo. Bom, recentemente resolvi googar e confirmei o mito. Inclusive tem um vídeo feito pelo bem conhecido Gabriel Torres, do Clube do Hardware, que explica como surgiu o mito.
Como usuário, consumidor e técnico sempre busco o melhor "custo x benefício". Montar um bom computador, que supra suas necessidades e não te deixa na mão, já não é barato. Então temos que buscar alternativas mais acessíveis sem abrir mão da qualidade do hardware e do software.
Aqui não vou levam em consideração a montagem de um computador para gamer, pois isso é algo muito específico e não há como economizar quando se quer extrair o melhor de uma máquina para rodar os jogos mais pesados. O que vou levar em consideração aqui é um uso mais doméstico, e até mesmo profissional e produtivo do computador. Não quero desmerecer o uso dos PCs para gamers, eles podem realizar todas as tarefas dos PCs comuns com muita tranquilidade, porém são montados com um objetivo bem definido. É como ter como ter uma Ferrari do último modelo e usá-la para ir ao supermercado.
Eu, apesar de gostar de Informática não entrei nessa área por causa dos games. Foi por gostar de ficção científica e das novidades tecnológicas que eu via surgindo na TV. Nunca tive videogame porque meu pai era pobre, e quando eu tive idade para trabalhar preferi comprar um PC, quando já não tinha a menor vontade de jogar.
Pode torcer o nariz pra mim ou até rir, o PC que uso não tem placa de vídeo offboard! Isso mesmo que você leu. Mesmo assim fiz dois orçamentos para montagem de um bom PC incluindo em ambos uma placa de vídeo (porém a mais acessível). Um com processador Intel e outro com processador AMD, com o mesmo clock e quantidade de núcleos. O orçamento AMD ficou em R$ 1.455,37 e o orçamento Intel ficou em R$ 1.885,52. Uma diferença de R$ 430,15.
Jamais deixaria de economizar quase mais de quatrocentos reais por causa de um mito. E se a gente levar em consideração a aquisição de licença para softwares proprietários a diferença é maior ainda. É importante falar disso porque softwares como Corel e Photoshop, por exemplo, exigem aquisição de licença e um boa placa de vídeo, pois são bem pesados. Por outro lado é possível não ter que gastar nada além do hardware para ter um PC de ótimo desempenho. Eu, por exemplo, uso um sistema operacional GNU/Linux em um hardware que já considero humilde, porém ele roda como um avião. O LibreOffice tem tudo que preciso quando se trata de editar textos e trabalhar com planilhas. No Gimp e no Inkscape posso editar imagens sem problemas, eles não exigem placa de vídeo e me atendem muito bem, obrigado.
"Ai, mais no Linux não dá pra jogar". Isso está mudando, e já é possível montar um PC gamer com GNU/Linux graças ao Steam.
Conclusão, temos que parar de torcer o nariz para coisas baratas. Nem tudo que é barato ou open source é de qualidade inferior. Vamos pensar fora da caixa?

domingo, 1 de julho de 2018

Visita Alienígena

O Universo é tão vasto que as condições, aparentemente raras, que permitiram a Terra desenvolver vida, inclusive vida inteligente, podem ser repetir em outras galáxias.
Essa possibilidade me faz acreditar na existência de vida inteligente em outros planetas. "Às vezes acredito que há vida em outros planetas às vezes eu acredito que não. Em qualquer dos casos, a conclusão é assombrosa." (Carl Sagan). Embora eu duvide que alguma civilização seja capaz de desenvolver uma tecnologia espacial que permita viagens intergaláticas com velocidade hyperdrive. Por isso não acredito que seja possível que já tenhamos recebido visitas alienígenas, que as podemos receber futuramente ou até mesmo fazer a outros planetas.
Já li em um livro de Stephen Hawking, "O Universo Numa Casca de Noz", sobre uma de suas teorias onde ele diz que essas viagens espaciais seriam impossíveis de realizar, pois a civilização morreria antes de conseguir alcançar tal avanço tecnológico. Isso fica claro quando observamos nossa história e momento atual. Ainda não superamos todos os nossos problemas: guerras, doenças, abismo social, preconceitos, poluição, degradação ambiental etc. Estamos até desenvolvendo a IA (Inteligência Artificial), mas somos ainda um fracasso em Inteligência Emocional.
Isso pode ocorrer em todas as outras civilizações existentes no Universo.
Mas imagine se alguma dessas civilizações superasse esses problemas e continuasse evoluindo intelectualmente ao ponto de tornar as viagens intergaláticas possíveis. Uma visita alienígena ao nosso planeta mudaria completamente os rumos da humanidade. Sim, uma visita pacífica, apenas em caráter de pesquisa por parte dos nosso visitantes, os alienígenas. Sem conflito e observado ao vivo pelo mundo todo. Nada de segredinhos. Para mim, isso seria o evento mais bonito do mundo. Tal visita resultaria no fim de todas as nossas religiões, no fim dos nossos conflitos territoriais, do separatismo, do ódio, dos preconceitos, das desigualdades sociais...
Um intercâmbio com esses avançados astronautas, que superaram todos os seus problemas, nos colocaria na frente de um espelho onde veríamos como somos ainda tão primitivos, errados, pequenos, teimosos e de caráter sujo. Mas que também temos a chance de mudar, assim como eles mudaram.
E perceber que neste pequeno planeta azul ninguém é melhor que ninguém.

sexta-feira, 29 de junho de 2018

Mais um dia procurando emprego

"Não está sendo fácil..." como diz a canção.
Hoje foi mais um dia de minha busca por emprego, recolocação no Mercado de Trabalho. Atualmente faço minha busca de duas formas: pesquisando vagas na internet e entregando cópias do meu currículo pessoalmente em empresas e agências.
Nunca foi tão difícil conseguir um novo emprego. E eu estou buscando por qualquer vaga.
Parece que todo o conhecimento e experiência que adquiri até hoje não valem nada. Mas sei que não é isso. Sei que realmente há poucas vagas, bem limitadas, e muitos candidatos. Às vezes bate aquele desespero. Tão grande que a mente viaja nas piores ideias. Nas ideias mais cruéis, ao bom estilo Quentin Tarantino - sacar um arma e meter bala em todos os candidatos até que sobre apenas eu e a vaga a ser ocupada.
Calma! Calma! Isso é apenas minha imaginação de cinéfilo. Ufa! Jamais cometeria tamanha maldade por causa de um emprego. Só se eu estivesse completamente louco. Dá uma bela pena em regime fechado. E nenhuma vida vale tão pouco. Sabemos que todos que estão procurando emprego têm sua necessidades, responsabilidades, sonhos e metas. Todos merecem uma vida de auto sustento e estabilidade.
Eu procuro fazer um bom uso da minha imaginação e desenvolver novas ideias e projetos. Aproveito o tempo ocioso para produzir conteúdo. Pois até para fazer freelance está difícil. Meu trabalho como freelancer atualmente consiste basicamente em montagem e manutenção de computadores, mas aparecem para mim poucos clientes. Creio que por dois motivos: as pessoas hoje usam mais smartphones que computadores; e moro na periferia, onde as pessoas geralmente demoram para chamar um Técnico de Informática por falta de dinheiro para pagar pelo serviço. Com certeza, se eu morasse na região central da cidade ou em um bairro de classe média eu teria mais serviços para fazer, inclusive prestando serviços para empresas da região.
Também possuo habilidades para prestar serviços online, mas ainda não tive sucesso com as plataformas de freelance. Atribuo isso à grande concorrência de freelancers.
Por isso sobra tempo, para escrever neste blog, escrever e-books, gravar e editar tutoriais, estudar outro idioma, estudar HTML, PHP etc. E é isso que lhe recomendo fazer, caso você também esteja buscando recolocação no Mercado de Trabalho. Tente fazer algum freelance e estude. A internet está cada vez mais cheia de dicas e cursos. Eu mesmo sempre estou procurando conteúdo. E é isso que me ajuda a não desanimar enquanto eu não acho uma fonte de renda fixa.

terça-feira, 26 de junho de 2018

Por que parei de desenhar?

Se eu soubesse que hoje a tecnologia já teria evoluído ao ponto de eu poder trabalhar como ilustrador freelancer eu jamais teria parado de desenhar ainda na adolescência. Se arrependimento matasse eu estaria morrendo em loop infinito.
Poxa, eu adorava desenhar desde que me conheço por gente. Pensei até em me profissionalizar nisso. Mas como eu sempre tive vários outros sonhos, isso nunca foi prioridade, e sim um hobby. Também não fazia a menor ideia de como vender meus desenhos, apresentar meu portfólio - eu, um menino pobre da periferia, sem nenhuma instrução de como montar meu portfólio, onde apresentá-lo e para quem apresentá-lo.
Se no meu passado de criança e adolescente eu tivesse pelo menos um palpite que hoje seria possível ter um emprego fixo como ilustrador, ou mesmo ser ilustrador freelancer, graças a todas as facilidades da tecnologia atual, eu jamais teria parado de desenhar e até teria investido em cursos profissionalizantes de desenho. Estaria hábil para trabalhar em produção de animações ou ilustrar HQs, por exemplo.
Ao longo da minha vida profissional e acadêmica desenvolvi várias habilidades, e as uso tanto no emprego formal quanto em trabalhos freelance. Mas com certeza não me faltaria trabalho se eu fosse ilustrador. Eu percebo isso nas plataformas de freelance, os ilustradores são muito requisitados. Por isso me lamento por ter parado de desenhar. Embora fosse apenas um hobby, era algo que eu adorava fazer.

Este texto é um desabafo de arrependimento, e também um conselho. Se você é jovem, gosta de desenhar, mesmo que por hobby, ou tem filho ou filha que gosta disso, invista. Invista porque vale a pena.
Hoje é possível montar portfólios com seus desenhos e publicá-lo online e vender seu serviço como freelancer em plataformas específicas, por exemplo.

Hoje o que não falta são informação e meios para estudar e aprimorar nossas habilidades.

sexta-feira, 22 de junho de 2018

Pet Peeves, coisas que te irritam

Quero compartilhar com você minha reflexão sobre coisas irritantes (ou não, depende de cada pessoa) e como eu costumo lidar com elas.
Músicas. Que comece a polêmica! (risos). Calma, não vou mencionar nomes nem gêneros de música. Até porque eu sou eclético. Mas independente disso existem muitas músicas que me irritam, e com certeza irritam você também.
Há diversas situações: no rádio, na TV, numa festa, no quintal do vizinho... Bom, quando toca no seu rádio ou na sua TV não precisa nem bufar, basta trocar de estação, mudar o canal ou desligar o aparelho que o inferno acaba. Difícil é quando você está na casa dos outros, na festa dos outros, ou tem vizinho mala. Aí você tem as seguintes opções: ficar quieto e fazer seu ouvido de penico; demonstrar na cara de pau sua irritação; ir embora; gritar; cair na porrada; cometer suicídio; ou cometer homicídio - Se você tiver mais opções, por favor, comente (risos).
Hoje em dia eu nem abro a boca para reclamar. Se eu não tenho o controle remoto na mão eu caio em profunda reflexão. Já descobri que o que me irrita mesmo é ser pobre. O resto é bobagem. Penso, se eu fosse sócio da Sony Music ou qualquer outra grande gravadora, pouco me importaria se estão tocam músicas ruins ou gêneros musicais que nem todo mundo gosta, contanto que as músicas vendam tudo bem.
Eu não assisto futebol. Não me causa irritação. Me causa tédio. Na verdade o que me irrita é o estrelismo e a puxação de saco de jogadores. Partidas de futebol não me causam emoção. Não vejo ritmo. Parece que os jogadores corriam mais quando eu era criança. Hoje prefiro vôlei. Talvez eu cresci e fiquei chato, sei lá. Só sei que qualquer time ganhando ou perdendo eu continuo na mesma. Está acontecendo a Copa e eu continuo desempregado. Quem ganha mesmo são os jogadores. É dinheiro a perder de vista!
Outra coisa que me irrita é gente que reclama demais. Tem reclamação que as pessoas tem todo o direito de fazer, claro. Reclamação, reivindicação, protesto. Mas tem que saber pra quem reclamar. Não sou o "gênio da lâmpada" (risos). Tudo bem, eu entendo que às vezes é um desabafo. Agora, uma situação muito comum e desnecessária é a pessoa reclamar de todo o sistema de trasporte público para o motorista. Quem tem que receber essas reclamações é a prefeitura e a secretaria de transporte.

Essas são algumas das coisas que me irritam. O que irrita você? Deixe seu comentário.

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Educação Digital e Produtividade na Internet

Brilho nos olhos! Chegou o momento de falar sobre as ferramentas e recursos online.
Internet, quem é você?!
Para mim, a internet é um universos de coisas. É tanto conteúdo que chega até ser perigosa. Uma oficina do Capeta.
Mesmo assim a Internet não deixa de ser a melhor coisa que o ser humano inventou até hoje depois da Escrita.
Infelizmente, para muita gente, internet é Facebook, Instagram e WhatsApp. É de chorar! Mais adiante falarei sobre isso.
No texto anterior falei sobre os recursos offline, agora vou falar sobre o poder de unir esses recursos à internet. Primeiro: para baixar programas/apps no seu computador ou celular você precisa da internet - antigamente para instalar um programa no computador era necessário comprá-lo em disquete, CD ou DVD em uma loja, ou banca de camelô (cópias piratas). Logo, mesmo para usar esses programas ou apps em modo offline você já depende antes da internet. Depois de instalados você ainda precisa da internet para para ter acesso a manuais e tutorias para saber como usar as ferramentas.
A Internet é a maior de todas as bibliotecas, e ainda mais que isso. Abrir um navegador é abrir uma janela para o mundo. Temos ao nosso alcance todas as matérias que aprendemos na escola, todos os jornais do mundo, todos os dicionários. É impressionante como as pessoas ainda cometem erros ortográficos em redes sociais e chats quando podem simplesmente consultar dicionários por meio de buscadores - se eu cometi algum erro ortográfico ou gramático me avise, please (risos).
Eu costumo dizer que "o Youtube é uma mãe", e o Google já foi muito chamado de "pai dos burros". Se ninguém na sua família sabe lhe responder, pergunte ao Google.
Salas de aula virtuais já são uma realidade e crescem a cada dia. Eu, por exemplo, fiz todo o meu curso universitário à distância. Hoje estudo inglês também à distância, e o curso é de ótima qualidade. Posso estudar a hora que eu quero, durante o tempo que eu quero. Não preciso gastar tempo no trânsito entre minha casa e a escola.
Tanto a faculdade quanto o curso de inglês à distância são pagos. Mas economizei uma fortuna em passagens de ônibus e gasolina. E tem muitos outros cursos gratuitos que eu já fiz e faço atualmente.
Além de estudar diversos conteúdos, a internet ainda me permite outra coisa, ensinar. No momento também desenvolvo cursos e e-books para transmitir meu conhecimento em TI/Informática e Educação Digital. Em breve meus materiais estarão disponíveis para o mundo todo.

Este texto está quase acabando. Antes é chagado o momento de falar de algo muito triste que não podemos ignorar: as pessoas que acham que Facebook/Instagram/WhatsApp é internet e portal de notícias :'-( . Ficam imersas nas redes sociais e chats e só absorvem conteúdos inúteis e notícias falsas.
Gente, dá pra aprender muita coisa útil até mesmo no YouTube se deixarmos os vídeos engraçados de lado.
Esse não saber buscar informação e conhecimento, não saber pesquisar fatos, saber analisar,  não saber investigar, não ter olhar crítico e personalidade própria me preocupa muito. Por isso estou engajado no projeto de Educação Digital. Pode parecer piada, mas é sério, estamos rumo à uma Idiocracia! Um mundo de QI baixo e pessoas corcundas por causa dos smartphones.

E aí? Gostou do texto? O que pensa a respeito? Quanto tempo você fica em redes sociais? Como você usa a internet de forma produtiva? Deixe seu comentário.

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Educação Digital e Produtividade - Parte 2

Nesta segunda parte do assunto vou continuar a falar sobre algumas ferramentas offline essenciais para produtividade, mas procurarei ser breve.
Ontem falei sobre produção e edição de texto no computador. Este é um entre outros recursos presentes na máquina. Saber digitar e formatar um texto, seguindo padrões, normas e estética corretos, pode fazer uma enorme diferença na vida acadêmica e profissional. E se você sabe formatar textos não deve ter muita dificuldade para criar apresentações em slides. Na vida financeira, a habilidade de se trabalhar com valores em planilha, pode trazer um impacto muito positivo.

Você já experimentou colocar sua renda e gastos mensais discriminados em uma planilha eletrônica? Se já, qual foi seu saldo no final do mês? Negativo ou positivo? Quais são seus maiores gastos? Experimentou também fazer um gráfico? E aí?

Sei que é possível fazer controle financeiro no papel. Foi assim por muito tempo. Mas planilhas eletrônicas são muito mais práticas e produtivas. Podemos usar e abusar de fórmulas e ferramentas para tonar as planilhas mais dinâmicas.
Uma vez aplicada a fórmula, basta eu inserir os valores que automaticamente a planilha calcula o saldo. "Colocar tudo na ponta do lápis" é cada vez mais mera expressão. Já acostumei dizer "vou colocar tudo na planilha".
E na área mais criativa? Se você tem notebook/desktop e uma impressora ou multifuncional, você tem uma mini gráfica em casa. Além de imprimir currículos e trabalhos acadêmicos, é possível reproduzir cartões de visita, adesivos, rótulos, convites diversos etc. Se você já faz um dinheirinho com isso eu nem vou lhe dar estrela dourada, porque você já se premia (risos). Se não faz te aconselho a fazer, pois não é um bicho de sete cabeças.
Ainda falando sobre trabalhos gráficos, não posso esquecer de dizer que o computador também é um laboratório fotográfico. Sim, e tem mais. Ainda é possível editar arquivos de vídeo e áudio. E não é de se impressionar, né? Bem sabemos que os smartphones são computadores de mão que, apesar das telas pequenas, possuem uma infinidade de apps capazes de todo tipo de tarefa. Mas nada se compara a um PCs. A quantidade de recursos é muito maior e a qualidade chega a níveis profissionais.

Como eu disse no começo, procurei ser breve e dei uma pincelada nesta segunda parte tentando falar mais sobre os recursos offline dos PCs. Para finalizar deixo aqui uma pequena lista de programas open source que você pode instalar em seu PC e explorar todo seu potencial produtivo:

LibreOffice (alternativa ao Microsoft Office)
GIMP (alternativa ao Photoshop)
Inkscape (alternativa ao Corel)
Kdenlive (editor de vídeo)
Audacity (editor de áudio)
VLC player (reprodutor de áudio e vídeo completo e com recursos interessantes)
Calibre (gerenciador de e-books)

No próximo texto falarei sobre os recursos online :-D

terça-feira, 19 de junho de 2018

Educação Digital e Produtividade

Dando continuidade ao assunto anterior, quem nasceu até a década de 1980 se lembra muito bem o quanto era importe ter um curso de datilografia (técnica de escrever com máquina datilográfica). Era quase como um status. Um diferencial para se conseguir emprego, principalmente em escritórios, para preenchimento de fichas, declarações, documentos, notas etc. Essas máquinas estavam fortemente presentes, até o início de 1990, em cartórios e agências bancárias, por exemplo, onde o barulho dessas máquinas eram constantes (risos).
Com chegada dos PCs (Personal Computers) já não bastava mais ter datilografia para conseguir ótimas posições no Mercado de Trabalho. Passou a ser necessário saber, além de digitar - claro que a datilografia ajudava nessa transição - operar um computador.
Eu tive a oportunidade, quando fui guardinha, de aprender e trabalhar com datilografia.
Engraçado que eu também tinha o curso de informática, mas demorei para conseguir comprar o meu próprio computador, que já era usado. Então quando eu digitava praticamente "espancava" o teclado do PC, porque estava acostumado com as teclas pesadas da máquina de escrever (risos).

Bom, mas de longe percebemos claramente a enorme vantagem que um PC tem sobre uma máquina de escrever, que aliás não faz mais nada que isso. E essa introdução, não apenas serve para comparativo, como também perceber como as tecnologias podem mudar espantosamente e cada vez mais se faz necessária nossa adaptação para saber operá-las.
Pergunto para você: Quantas pessoas hoje sabem usar, de forma pessoal, o Facebook, Instagram, Snapchat etc? E quantas pessoas hoje sabem digitar e formatar um texto no computador? Se você sabe digitar e formatar um texto no computador de forma totalmente autônoma, estrela dourada para você! Pois muita gente não sabe mesmo.
A tecnologia evoluiu muito nas últimas décadas (e continua a evoluir), ficou mais intuitiva e atrativa, mas seguindo um caminho mais comercial e de entretenimento, sem a preocupação de preparar, orientar e educar os usuários. O essencial para o desenvolvimento pessoal e profissional está sendo deixado de lado. E se o indivíduo não despertar pode cair em um processo de emburrecimento. Sim, este última palavra sem aspas, porque a coisa é séria mesmo.
Por isso eu abraço o projeto de Educação Digital. Espero poder contribuir com uma sociedade mais produtiva, colaborativa, sustentável e humana.

O próximo texto será a segunda parte deste. Aguarde ;-)

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Educação Digital

Você sabe o que é Educação Digital?

Primeiramente... hehehe... Nossa, faz tempo que não escrevo neste blog. Mas agora estarei mais ativo aqui, trazendo até você conteúdos bem relevantes com relação à Tecnologia, Informática, Filosofia etc.

Bom, voltando ao assunto deste post, Educação Digital nada mais é que uma orientação de como os recursos digitais podem ser usados como ferramentas de alta produtividade, formação e cidadania. Sem deixar de levar em consideração a privacidade e a segurança dos dados do usuário.
Portando, é de extrema importância, além de saber a operar o computador - ou mesmo o smartphone - de forma produtiva, saber como se proteger na Rede Mundial de Computadores.
Vamos entender então essas duas coisas: Produtividade e Segurança.
O que seria usar o computador de forma produtiva? Com certeza não é usá-lo para ficar apenas no Facebook, Twitter, Tinder, Snapchat... ou qualquer outra rede social ou site de relacionamento. Isso não é usar computador nem usar internet, isso é apenas distração. Ficar no YouTube apenas assistindo vídeos engraçados e ouvindo música também é distração. Mas se você, que está lendo este texto agora, é uma pessoa que já possui o hábito de assistir tutoriais e vídeo aulas no YouTube para aprender coisas como: conteúdos escolares/universitários, receitas culinárias, dicas práticas, cuidados com seu pet, meio ambiente, desenvolvimento pessoal etc. Estrelinha dourada para você! Pois isso é uma forma produtiva de usar os conteúdos em vídeos que temos na internet atualmente.
Acabei de citar o exemplo dos vídeos, mas isso apenas uma entre muitas outras ferramentas que temos à nossa disposição. Posso citar as enciclopédias eletrônicas, blogs como este, e-books, bibliotecas virtuais com conteúdos de domínio público, sites institucionais, governamentais etc. Isso na camada da internet. As ferramentas online. Não podemos esquecer das ferramentas offline, presentes no computador/smartphone, conhecidos como programas ou apps.

Nos próximos textos falarei mais sobre Educação Digital e o uso produtivo dessas ferramentas. Trarei também informações sobre meus novos projetos. Espero que você goste.

Aguarde ;-)

terça-feira, 13 de março de 2018

A Franquesa do Happn - Atualização

Depois de um longo período estou de volta! :D
Não, eu não estava em coma. Fui um grande bloqueio mental que tive :'(
Bom, mas vamos ao título! O desde quando publiquei o texto do sobre minha experiência sobre o Happn muita coisa aconteceu, de deixou de acontecer (risos). Não tive sucesso com o Happn e acabei me rendendo ao Tinder. Este até que foi legal, deu vários matches e alguns papos, mas não rendeu nenhum encontro. Encontros mesmo eu tive usando o POF, outro app de relacionamento (um pouco invasivo claro, mas com uma boa configuração de perfil isso não é problema).
E os encontros, foram legais? Valeram a pena? Sim, os três únicos encontros que tive foram legais. Ninguém mentiu pra mim sobre a aparência, por exemplo. Mas namoro, que era o que eu queria mesmo, não rolou. Não rolou usando esses apps.
Hoje estou namorando com uma mulher maravilhosa. Nós somos ateístas e nos conhecemos primeiramente em um grupo de ateísta de Campinas-SP no WhatsApp. Ela já estava no grupo fazia um tempinho, e dias depois de eu entrar houve um encontro presencial do grupo, onde pude conhece-la pessoalmente. Não contarei detalhes, mas o sentimento foi mútuo.
Vamos nos mudar para outra cidade em breve e viver juntos.

Meu conselho? Não se prenda tanto a apps de relacionamento caso você queira algo sério. Procure sair mais. Ame-se mais, invista em você mesmo (trabalho, estudo, hobbies), seja honesto, procure pessoas que pensam de forma semelhante e saiba seguir seu coração.