sexta-feira, 29 de junho de 2018

Mais um dia procurando emprego

"Não está sendo fácil..." como diz a canção.
Hoje foi mais um dia de minha busca por emprego, recolocação no Mercado de Trabalho. Atualmente faço minha busca de duas formas: pesquisando vagas na internet e entregando cópias do meu currículo pessoalmente em empresas e agências.
Nunca foi tão difícil conseguir um novo emprego. E eu estou buscando por qualquer vaga.
Parece que todo o conhecimento e experiência que adquiri até hoje não valem nada. Mas sei que não é isso. Sei que realmente há poucas vagas, bem limitadas, e muitos candidatos. Às vezes bate aquele desespero. Tão grande que a mente viaja nas piores ideias. Nas ideias mais cruéis, ao bom estilo Quentin Tarantino - sacar um arma e meter bala em todos os candidatos até que sobre apenas eu e a vaga a ser ocupada.
Calma! Calma! Isso é apenas minha imaginação de cinéfilo. Ufa! Jamais cometeria tamanha maldade por causa de um emprego. Só se eu estivesse completamente louco. Dá uma bela pena em regime fechado. E nenhuma vida vale tão pouco. Sabemos que todos que estão procurando emprego têm sua necessidades, responsabilidades, sonhos e metas. Todos merecem uma vida de auto sustento e estabilidade.
Eu procuro fazer um bom uso da minha imaginação e desenvolver novas ideias e projetos. Aproveito o tempo ocioso para produzir conteúdo. Pois até para fazer freelance está difícil. Meu trabalho como freelancer atualmente consiste basicamente em montagem e manutenção de computadores, mas aparecem para mim poucos clientes. Creio que por dois motivos: as pessoas hoje usam mais smartphones que computadores; e moro na periferia, onde as pessoas geralmente demoram para chamar um Técnico de Informática por falta de dinheiro para pagar pelo serviço. Com certeza, se eu morasse na região central da cidade ou em um bairro de classe média eu teria mais serviços para fazer, inclusive prestando serviços para empresas da região.
Também possuo habilidades para prestar serviços online, mas ainda não tive sucesso com as plataformas de freelance. Atribuo isso à grande concorrência de freelancers.
Por isso sobra tempo, para escrever neste blog, escrever e-books, gravar e editar tutoriais, estudar outro idioma, estudar HTML, PHP etc. E é isso que lhe recomendo fazer, caso você também esteja buscando recolocação no Mercado de Trabalho. Tente fazer algum freelance e estude. A internet está cada vez mais cheia de dicas e cursos. Eu mesmo sempre estou procurando conteúdo. E é isso que me ajuda a não desanimar enquanto eu não acho uma fonte de renda fixa.

terça-feira, 26 de junho de 2018

Por que parei de desenhar?

Se eu soubesse que hoje a tecnologia já teria evoluído ao ponto de eu poder trabalhar como ilustrador freelancer eu jamais teria parado de desenhar ainda na adolescência. Se arrependimento matasse eu estaria morrendo em loop infinito.
Poxa, eu adorava desenhar desde que me conheço por gente. Pensei até em me profissionalizar nisso. Mas como eu sempre tive vários outros sonhos, isso nunca foi prioridade, e sim um hobby. Também não fazia a menor ideia de como vender meus desenhos, apresentar meu portfólio - eu, um menino pobre da periferia, sem nenhuma instrução de como montar meu portfólio, onde apresentá-lo e para quem apresentá-lo.
Se no meu passado de criança e adolescente eu tivesse pelo menos um palpite que hoje seria possível ter um emprego fixo como ilustrador, ou mesmo ser ilustrador freelancer, graças a todas as facilidades da tecnologia atual, eu jamais teria parado de desenhar e até teria investido em cursos profissionalizantes de desenho. Estaria hábil para trabalhar em produção de animações ou ilustrar HQs, por exemplo.
Ao longo da minha vida profissional e acadêmica desenvolvi várias habilidades, e as uso tanto no emprego formal quanto em trabalhos freelance. Mas com certeza não me faltaria trabalho se eu fosse ilustrador. Eu percebo isso nas plataformas de freelance, os ilustradores são muito requisitados. Por isso me lamento por ter parado de desenhar. Embora fosse apenas um hobby, era algo que eu adorava fazer.

Este texto é um desabafo de arrependimento, e também um conselho. Se você é jovem, gosta de desenhar, mesmo que por hobby, ou tem filho ou filha que gosta disso, invista. Invista porque vale a pena.
Hoje é possível montar portfólios com seus desenhos e publicá-lo online e vender seu serviço como freelancer em plataformas específicas, por exemplo.

Hoje o que não falta são informação e meios para estudar e aprimorar nossas habilidades.

sexta-feira, 22 de junho de 2018

Pet Peeves, coisas que te irritam

Quero compartilhar com você minha reflexão sobre coisas irritantes (ou não, depende de cada pessoa) e como eu costumo lidar com elas.
Músicas. Que comece a polêmica! (risos). Calma, não vou mencionar nomes nem gêneros de música. Até porque eu sou eclético. Mas independente disso existem muitas músicas que me irritam, e com certeza irritam você também.
Há diversas situações: no rádio, na TV, numa festa, no quintal do vizinho... Bom, quando toca no seu rádio ou na sua TV não precisa nem bufar, basta trocar de estação, mudar o canal ou desligar o aparelho que o inferno acaba. Difícil é quando você está na casa dos outros, na festa dos outros, ou tem vizinho mala. Aí você tem as seguintes opções: ficar quieto e fazer seu ouvido de penico; demonstrar na cara de pau sua irritação; ir embora; gritar; cair na porrada; cometer suicídio; ou cometer homicídio - Se você tiver mais opções, por favor, comente (risos).
Hoje em dia eu nem abro a boca para reclamar. Se eu não tenho o controle remoto na mão eu caio em profunda reflexão. Já descobri que o que me irrita mesmo é ser pobre. O resto é bobagem. Penso, se eu fosse sócio da Sony Music ou qualquer outra grande gravadora, pouco me importaria se estão tocam músicas ruins ou gêneros musicais que nem todo mundo gosta, contanto que as músicas vendam tudo bem.
Eu não assisto futebol. Não me causa irritação. Me causa tédio. Na verdade o que me irrita é o estrelismo e a puxação de saco de jogadores. Partidas de futebol não me causam emoção. Não vejo ritmo. Parece que os jogadores corriam mais quando eu era criança. Hoje prefiro vôlei. Talvez eu cresci e fiquei chato, sei lá. Só sei que qualquer time ganhando ou perdendo eu continuo na mesma. Está acontecendo a Copa e eu continuo desempregado. Quem ganha mesmo são os jogadores. É dinheiro a perder de vista!
Outra coisa que me irrita é gente que reclama demais. Tem reclamação que as pessoas tem todo o direito de fazer, claro. Reclamação, reivindicação, protesto. Mas tem que saber pra quem reclamar. Não sou o "gênio da lâmpada" (risos). Tudo bem, eu entendo que às vezes é um desabafo. Agora, uma situação muito comum e desnecessária é a pessoa reclamar de todo o sistema de trasporte público para o motorista. Quem tem que receber essas reclamações é a prefeitura e a secretaria de transporte.

Essas são algumas das coisas que me irritam. O que irrita você? Deixe seu comentário.

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Educação Digital e Produtividade na Internet

Brilho nos olhos! Chegou o momento de falar sobre as ferramentas e recursos online.
Internet, quem é você?!
Para mim, a internet é um universos de coisas. É tanto conteúdo que chega até ser perigosa. Uma oficina do Capeta.
Mesmo assim a Internet não deixa de ser a melhor coisa que o ser humano inventou até hoje depois da Escrita.
Infelizmente, para muita gente, internet é Facebook, Instagram e WhatsApp. É de chorar! Mais adiante falarei sobre isso.
No texto anterior falei sobre os recursos offline, agora vou falar sobre o poder de unir esses recursos à internet. Primeiro: para baixar programas/apps no seu computador ou celular você precisa da internet - antigamente para instalar um programa no computador era necessário comprá-lo em disquete, CD ou DVD em uma loja, ou banca de camelô (cópias piratas). Logo, mesmo para usar esses programas ou apps em modo offline você já depende antes da internet. Depois de instalados você ainda precisa da internet para para ter acesso a manuais e tutorias para saber como usar as ferramentas.
A Internet é a maior de todas as bibliotecas, e ainda mais que isso. Abrir um navegador é abrir uma janela para o mundo. Temos ao nosso alcance todas as matérias que aprendemos na escola, todos os jornais do mundo, todos os dicionários. É impressionante como as pessoas ainda cometem erros ortográficos em redes sociais e chats quando podem simplesmente consultar dicionários por meio de buscadores - se eu cometi algum erro ortográfico ou gramático me avise, please (risos).
Eu costumo dizer que "o Youtube é uma mãe", e o Google já foi muito chamado de "pai dos burros". Se ninguém na sua família sabe lhe responder, pergunte ao Google.
Salas de aula virtuais já são uma realidade e crescem a cada dia. Eu, por exemplo, fiz todo o meu curso universitário à distância. Hoje estudo inglês também à distância, e o curso é de ótima qualidade. Posso estudar a hora que eu quero, durante o tempo que eu quero. Não preciso gastar tempo no trânsito entre minha casa e a escola.
Tanto a faculdade quanto o curso de inglês à distância são pagos. Mas economizei uma fortuna em passagens de ônibus e gasolina. E tem muitos outros cursos gratuitos que eu já fiz e faço atualmente.
Além de estudar diversos conteúdos, a internet ainda me permite outra coisa, ensinar. No momento também desenvolvo cursos e e-books para transmitir meu conhecimento em TI/Informática e Educação Digital. Em breve meus materiais estarão disponíveis para o mundo todo.

Este texto está quase acabando. Antes é chagado o momento de falar de algo muito triste que não podemos ignorar: as pessoas que acham que Facebook/Instagram/WhatsApp é internet e portal de notícias :'-( . Ficam imersas nas redes sociais e chats e só absorvem conteúdos inúteis e notícias falsas.
Gente, dá pra aprender muita coisa útil até mesmo no YouTube se deixarmos os vídeos engraçados de lado.
Esse não saber buscar informação e conhecimento, não saber pesquisar fatos, saber analisar,  não saber investigar, não ter olhar crítico e personalidade própria me preocupa muito. Por isso estou engajado no projeto de Educação Digital. Pode parecer piada, mas é sério, estamos rumo à uma Idiocracia! Um mundo de QI baixo e pessoas corcundas por causa dos smartphones.

E aí? Gostou do texto? O que pensa a respeito? Quanto tempo você fica em redes sociais? Como você usa a internet de forma produtiva? Deixe seu comentário.

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Educação Digital e Produtividade - Parte 2

Nesta segunda parte do assunto vou continuar a falar sobre algumas ferramentas offline essenciais para produtividade, mas procurarei ser breve.
Ontem falei sobre produção e edição de texto no computador. Este é um entre outros recursos presentes na máquina. Saber digitar e formatar um texto, seguindo padrões, normas e estética corretos, pode fazer uma enorme diferença na vida acadêmica e profissional. E se você sabe formatar textos não deve ter muita dificuldade para criar apresentações em slides. Na vida financeira, a habilidade de se trabalhar com valores em planilha, pode trazer um impacto muito positivo.

Você já experimentou colocar sua renda e gastos mensais discriminados em uma planilha eletrônica? Se já, qual foi seu saldo no final do mês? Negativo ou positivo? Quais são seus maiores gastos? Experimentou também fazer um gráfico? E aí?

Sei que é possível fazer controle financeiro no papel. Foi assim por muito tempo. Mas planilhas eletrônicas são muito mais práticas e produtivas. Podemos usar e abusar de fórmulas e ferramentas para tonar as planilhas mais dinâmicas.
Uma vez aplicada a fórmula, basta eu inserir os valores que automaticamente a planilha calcula o saldo. "Colocar tudo na ponta do lápis" é cada vez mais mera expressão. Já acostumei dizer "vou colocar tudo na planilha".
E na área mais criativa? Se você tem notebook/desktop e uma impressora ou multifuncional, você tem uma mini gráfica em casa. Além de imprimir currículos e trabalhos acadêmicos, é possível reproduzir cartões de visita, adesivos, rótulos, convites diversos etc. Se você já faz um dinheirinho com isso eu nem vou lhe dar estrela dourada, porque você já se premia (risos). Se não faz te aconselho a fazer, pois não é um bicho de sete cabeças.
Ainda falando sobre trabalhos gráficos, não posso esquecer de dizer que o computador também é um laboratório fotográfico. Sim, e tem mais. Ainda é possível editar arquivos de vídeo e áudio. E não é de se impressionar, né? Bem sabemos que os smartphones são computadores de mão que, apesar das telas pequenas, possuem uma infinidade de apps capazes de todo tipo de tarefa. Mas nada se compara a um PCs. A quantidade de recursos é muito maior e a qualidade chega a níveis profissionais.

Como eu disse no começo, procurei ser breve e dei uma pincelada nesta segunda parte tentando falar mais sobre os recursos offline dos PCs. Para finalizar deixo aqui uma pequena lista de programas open source que você pode instalar em seu PC e explorar todo seu potencial produtivo:

LibreOffice (alternativa ao Microsoft Office)
GIMP (alternativa ao Photoshop)
Inkscape (alternativa ao Corel)
Kdenlive (editor de vídeo)
Audacity (editor de áudio)
VLC player (reprodutor de áudio e vídeo completo e com recursos interessantes)
Calibre (gerenciador de e-books)

No próximo texto falarei sobre os recursos online :-D

terça-feira, 19 de junho de 2018

Educação Digital e Produtividade

Dando continuidade ao assunto anterior, quem nasceu até a década de 1980 se lembra muito bem o quanto era importe ter um curso de datilografia (técnica de escrever com máquina datilográfica). Era quase como um status. Um diferencial para se conseguir emprego, principalmente em escritórios, para preenchimento de fichas, declarações, documentos, notas etc. Essas máquinas estavam fortemente presentes, até o início de 1990, em cartórios e agências bancárias, por exemplo, onde o barulho dessas máquinas eram constantes (risos).
Com chegada dos PCs (Personal Computers) já não bastava mais ter datilografia para conseguir ótimas posições no Mercado de Trabalho. Passou a ser necessário saber, além de digitar - claro que a datilografia ajudava nessa transição - operar um computador.
Eu tive a oportunidade, quando fui guardinha, de aprender e trabalhar com datilografia.
Engraçado que eu também tinha o curso de informática, mas demorei para conseguir comprar o meu próprio computador, que já era usado. Então quando eu digitava praticamente "espancava" o teclado do PC, porque estava acostumado com as teclas pesadas da máquina de escrever (risos).

Bom, mas de longe percebemos claramente a enorme vantagem que um PC tem sobre uma máquina de escrever, que aliás não faz mais nada que isso. E essa introdução, não apenas serve para comparativo, como também perceber como as tecnologias podem mudar espantosamente e cada vez mais se faz necessária nossa adaptação para saber operá-las.
Pergunto para você: Quantas pessoas hoje sabem usar, de forma pessoal, o Facebook, Instagram, Snapchat etc? E quantas pessoas hoje sabem digitar e formatar um texto no computador? Se você sabe digitar e formatar um texto no computador de forma totalmente autônoma, estrela dourada para você! Pois muita gente não sabe mesmo.
A tecnologia evoluiu muito nas últimas décadas (e continua a evoluir), ficou mais intuitiva e atrativa, mas seguindo um caminho mais comercial e de entretenimento, sem a preocupação de preparar, orientar e educar os usuários. O essencial para o desenvolvimento pessoal e profissional está sendo deixado de lado. E se o indivíduo não despertar pode cair em um processo de emburrecimento. Sim, este última palavra sem aspas, porque a coisa é séria mesmo.
Por isso eu abraço o projeto de Educação Digital. Espero poder contribuir com uma sociedade mais produtiva, colaborativa, sustentável e humana.

O próximo texto será a segunda parte deste. Aguarde ;-)

segunda-feira, 18 de junho de 2018

Educação Digital

Você sabe o que é Educação Digital?

Primeiramente... hehehe... Nossa, faz tempo que não escrevo neste blog. Mas agora estarei mais ativo aqui, trazendo até você conteúdos bem relevantes com relação à Tecnologia, Informática, Filosofia etc.

Bom, voltando ao assunto deste post, Educação Digital nada mais é que uma orientação de como os recursos digitais podem ser usados como ferramentas de alta produtividade, formação e cidadania. Sem deixar de levar em consideração a privacidade e a segurança dos dados do usuário.
Portando, é de extrema importância, além de saber a operar o computador - ou mesmo o smartphone - de forma produtiva, saber como se proteger na Rede Mundial de Computadores.
Vamos entender então essas duas coisas: Produtividade e Segurança.
O que seria usar o computador de forma produtiva? Com certeza não é usá-lo para ficar apenas no Facebook, Twitter, Tinder, Snapchat... ou qualquer outra rede social ou site de relacionamento. Isso não é usar computador nem usar internet, isso é apenas distração. Ficar no YouTube apenas assistindo vídeos engraçados e ouvindo música também é distração. Mas se você, que está lendo este texto agora, é uma pessoa que já possui o hábito de assistir tutoriais e vídeo aulas no YouTube para aprender coisas como: conteúdos escolares/universitários, receitas culinárias, dicas práticas, cuidados com seu pet, meio ambiente, desenvolvimento pessoal etc. Estrelinha dourada para você! Pois isso é uma forma produtiva de usar os conteúdos em vídeos que temos na internet atualmente.
Acabei de citar o exemplo dos vídeos, mas isso apenas uma entre muitas outras ferramentas que temos à nossa disposição. Posso citar as enciclopédias eletrônicas, blogs como este, e-books, bibliotecas virtuais com conteúdos de domínio público, sites institucionais, governamentais etc. Isso na camada da internet. As ferramentas online. Não podemos esquecer das ferramentas offline, presentes no computador/smartphone, conhecidos como programas ou apps.

Nos próximos textos falarei mais sobre Educação Digital e o uso produtivo dessas ferramentas. Trarei também informações sobre meus novos projetos. Espero que você goste.

Aguarde ;-)